quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Honestino, de Aurélio Michiles


“Por diversas vezes, eu fui ameaçado de morte…”

Apesar do título nomenclatural, fala-se menos sobre uma pessoa que sobre um líder estudantil neste filme. E que, por conta disso, foi imortalizado, dado que arriscou a própria vida – até ser capturado pela ditadura – para lutar pelo direito à liberdade. “Honestino” (2025, de Aurélio Michiles), neste sentido, é sobre um ser humano que pautava o seu cotidiano pela busca do humanismo, no afã por estendê-lo ao máximo possível de brasileiros…

Logo na abertura, somos apresentados a uma estrutura docudramática que se instaurará em paralelo aos depoimentos de quem conviveu com o personagem real: o ator Bruno Gagliasso reconstitui – de maneira pleonástica – os olhares e lê os poemas das situações em que Honestino Guimarães [1947-1973] esteve confinado, seja durante as quatro vezes em que ele foi aprisionado, em Brasília, seja quando se escondeu no Rio de Janeiro, antes de ser assassinado, aos 26 anos de idade.

Durante a cerimônia de renomeação de uma ponte – no Distrito Federal, em dezembro de 2022 – em homenagem a Honestino, seu neto Lucas Guimarães lê um texto, no qual declara-se emocionado por saber que ele está ali graças aos esforços de seu avô, a quem sente que deve bastante, mesmo que não o tenha conhecido. É quando começamos a ouvir sobre ele, a partir das memórias de pessoas que o amaram e/ou foram seus companheiros de luta estudantil.

Estudante em Geologia, na UnB (Universidade de Brasília), Honestino – conhecido pela maioria através do apelido Gui – logo filiou-se à União Nacional dos Estudantes (UNE), entidade da qual tornou-se presidente. O golpe militar que instituiu uma ditadura no Brasil ocorrera no ano anterior. O cineasta Jorge Bodanzky compartilhou uma breve conversa, num encontro de elevador, com o ex-presidente eleito Tancredo Neves [1910-1985], quando um deles cria que a ditadura poderia durar dez anos, enquanto o outro achava que não passaria de um ano. Durou mais de duas décadas!

                                                              Crédito de Imagens: Pandora Filmes, Divulgação
Bruno Gagliasso interpreta Honestino e, em 2019, também integrou o elenco de outro filme dedicado à trajetória de um importante revolucionário da história brasileira: Marighella, dirigido por Wagner Moura.


Não obstante ser “desnecessária”, a reconstituição de alguns eventos e das próprias reações aprisionadas de Honestino é justificada por algo dito pelo cineasta Hermano Penna, que explica que os militantes estudantis evitavam fotografar ou filmar os eventos, a fim de protegerem as suas identidades, em caso de estas imagens serem capturadas pela polícia, não produzindo evidências contra si mesmos, além do que já era noticiado pelos jornais (censurados) da época. Num momento impactante, o Cine Brasília serve como palco para uma das instigações antiditatoriais do personagem-título, junto a seus correligionários!

O próprio diretor Aurélio Michiles é um dos depoentes do filme, pois encontrou Honestino nos corredores da UnB e, tanto quanto os demais, ficou fascinado por seu carisma e eloqüência política. Num instante mui emocionante, extraído de outro documentário, a mãe de Honestino, Maria Rosa, comenta sobre o orgulho que sentiu quando o filho foi aprovado em primeiro lugar no vestibular. Entretanto, só obteve o diploma de geólogo postumamente, em 2024, na universidade que o consagrou enquanto liderança estudantil…

Outro momento bastante relevante, em termos emocionais, é quando a filha do militante, Juliana, comenta as poucas lembranças que guarda dele – inclusive, uma fotografia em que o rosto do pai está deitado em seu colo, num registo captado por seu padrasto. Todos os que compartilham algo sobre Honestino enfatizam o quanto ele era apaixonado pela vida, o quanto gostava de samba e que ele se recusou a exilar-se fora do país, por preferir estar no Brasil até o derradeiro momento. Há algo de televisivo na montagem do filme e as intervenções “cirandeiras” da esquerda contemporânea, em suas reivindicações identitárias, balizam a lógica documental, demarcada pela exigüidade de registros de época. Como destaque positivo, a trilha musical de Flávia Tygel, que é uma das compositoras, junto ao diretor e Xico Chaves, de “O Côro dos Canalhas”, canção executada durante os créditos finais, na voz expressiva de Fafá de Belém. Não sabemos muito sobre quem foi Honestino Guimarães, quando ainda vivia em Goiás, mas aprendemos com os seus exemplos de abnegação militante. Vale muito a pena pesquisar sobre ele, após a sessão – e dar continuidade, na prática, ao seu legado!

Trailer


Ficha Técnica

Título Original e Ano: Honestino, 2025. Direção: Aurélio Michiles. Roteiro: Aurélio Michiles e André Finotti. Elenco: Bruno Gagliasso. Gênero: Bruno Gagliasso. Nacionalidade: BrasilDireção de Fotografia: André Lorenz Michiles, ABC. Direção de Arte: Kita Flórido. Figurino: Isabel Lorenz Michiles. Montagem: André Finotti. Supervisão de Edição de Som: Miriam Biderman, ABC. Desenho de Som e Mixagem: Ricardo Reis, ABC. Trilha Sonora Original: Flavia Tygel. Música Tema (intérprete): Fafá de Belém. Pesquisa de Arquivo: Aurélio Michiles, Mariana Couto, Patricia Freyer, Tereza Eleutério. Produtor: Nilson Rodrigues. Produção Executiva: Caetano Curi. Produtora: Mercado Filmes. Distribuição: Pandora Filmes. Duração: 01h25.

 HOJE NOS CINEMAS

O Fim da Rua, de David Robert Mitchel

 
A família Platt, moradora da Rua Oak, está longe de ser tão perfeita quanto aparenta. Durante um dia aparentemente comum no bairro, compartilhado com diversas outras famílias, as tensões dentro de casa começam a vir à tona. Greg (Ewan McGregor) e Denise (Anne Hathaway) já não conseguem se entender. Enquanto ele esconde da esposa que perdeu o emprego e passou a trabalhar como entregador de pizzas, ela se refugia na ficção, escrevendo sobre personagens que sonham em abandonar tudo para começar uma nova vida. Os filhos do casal, Audrey (Maisy Stella) e Brian (Christian Convery), tentam lidar com os próprios conflitos enquanto buscam se aproximar de outras crianças e adolescentes da vizinhança. No meio de tudo isso está o adorável Starbucks, o cachorro da família, que vive escapando de casa e, para desespero dos Platt, acaba fazendo bagunça pelas redondezas e o vizinho Mel (P.J. Byrne) acredita que tem sido feito de bobo por todos eles, pois pilhas enormes de fezes tem ido parar em seu quintal.

Por sua vez, os dias e as noites da vizinhança passam a ser marcados por constantes apagões, o desaparecimento do cãozinho, luzes intensas e muita chuva, além do surgimento inexplicável de plantas pré-históricas pelas ruas do bairro. O que parecia serem apenas situações derivadas de ocorridos inusitados começa, aos poucos, a ganhar contornos cada vez mais estranhos e inquietantes. Com a queda de energia, a família decide dormir na sala e ao acordar percebem que também estão sem água e Starbucks mais uma vez sumiu. O casal então sai em busca do cachorro pelo bairro e notam buracos com água quente eclodindo e ninguém andando pelas ruas. Em casa, Audrey, que ficou com o irmão, observa o vizinho da frente sair de carro. Pouco depois, ele retorna correndo para dentro da residência. Intrigada, a garota olha pela janela e avista uma criatura gigantesca caminhando pelas ruas, mas não consegue identificar exatamente o que está vendo, pois não a vê por completo. Enquanto isso, Greg e Denise se deparam com corpos espalhados pelo caminho e retornam desesperadamente para o domicilio, pois estão sendo perseguidos por dois dinossauros de porte médio, mas extremamente ferozesDiante do perigo, a família decide fugir da vizinhança. O problema é que cada tentativa de encontrar uma rota de saída é frustrada por algum novo obstáculo: pântanos que surgem repentinamente, animais pré-históricos e outras ameaças que parecem se multiplicar a cada esquina. Sem saber para onde ir, os Platt retornam para casa, bloqueiam todas as entradas possíveis e transformam a residência em um improvisado refúgio, na esperança de permanecerem protegidos dos perigos que agora dominam o bairro. Brian, porém, decide que não vai abandonar Starbucks e parte em busca do cachorro a qualquer custo. Audrey, preocupada com o irmão, o segue. Os dois encontram a jovem Jeannette (Jordan Alexis Davis) e decidem ficar junto dela, pois a garota perdeu os pais e está sozinha. Logo, Denise e Greg saem à procura dos filhos, e a família acaba se reencontrando em meio a uma verdadeira jornada de sobrevivência. A partir daí, o quarteto se vê diante de uma série de aventuras perigosas e situações cada vez mais imprevisíveis, enquanto tenta compreender o que aconteceu com o bairro e encontrar uma maneira de escapar daquele estranho e ameaçador novo mundo pré-histórico que passou a ser sua casa. 

O Fim da Rua tem distribuição da Warner Bros. Pictures, conta com roteiro e direção de David Robert Mitchel (A Corrente do Mal, de 2014), produção de J.J. Abrams (Lost, 2004-2010) e perfomances de Anne Hathaway, Ewan McGregor,  Christian Convery, Maisy Stella e  Jordan Alexa Davis

Trailer


Ficha Técnica
Título Original e Ano: The End of Oak Street, 2026. Direção e Roteiro: David Robert Mitchell. Elenco: Anne Hathaway, Ewan McGregor, Christian Convery, Maisy Stella, Jordan Alexa Davis, P.J. Byrne, Hudson Meek, Anne Gee Byrd, Emily Kuroda, Simms May, Grayson Thorne, Pilot Bunch. Gênero: Sci-Fi, Thriller, Ação, Aventura. Nacionalidade: EUA. Trilha Sonora Original: Michael Giacchino. Fotografia: Mike Gioulakis. Edição: John Axelrad. Design de Produção: Maya Shimoguchi. Direção de Arte: Kevin Houlihan e Elizabeth Wedding. Figurino: Erin Benach. Efeitos Especiais: J.D. Schwalm. Empresas Produtoras: Bad Robot, Good Fear Content, Jackson Pictures, Tommy Harper Productions e Warner Bros. Pictures. Distribuidora: Warner Bros. Pictures. Duração: 01h39min. 
O longa parte de um propósito bastante claro, e que merece ser valorizado: divertir o público e fazê-lo torcer pelos protagonistas. E não é difícil se envolver com a família Platt, especialmente quando a torcida passa a ser para que ninguém seja tragicamente devorado pelos dinossauros sorrateiros que surgem pelas janelas ou aparecem de maneira inesperada, proporcionando algumas das cenas de maior impacto do filme. Além das ameaças pré-históricas, há outra preocupação que acompanha o espectador durante boa parte da trama: a segurança de Starbucks, o doguinho da família. Seu desaparecimento recorrente faz com que a busca pelo animal se transforme em um dos elementos que ajudam a conduzir a aventura e, naturalmente, mantém o público apreensivo.

As possíveis dúvidas sobre como o bairro consegue se deslocar geograficamente para um passado pré-histórico também encontram uma explicação relativamente simples dentro da própria narrativa. Audrey apresenta a teoria dos “buracos no tempo”, recurso que permite ao filme explicar sua premissa fantástica sem transformar a história em uma longa exposição científica. Os conflitos vividos pelos filhos também encontra destaque dentro da aventura. A dificuldade de Audrey em fazer amigos e as perseguições e situações de bullying enfrentadas por Brian são incorporadas à trama de maneira orgânica e ganham seus devidos desdobramentos ao longo da história. Nada parece simplesmente ser esquecido pelo roteiro. No fim das contas, é justamente diante do perigo que a família consegue se unir para sobreviver. As antigas desavenças e os problemas que pareciam tão importantes antes da aventura acabam perdendo completamente a relevância diante da necessidade de permanecerem vivos naquele passado-presente. O grupo, entretanto, não atravessa essa jornada sem perdas. Há momentos dolorosos ao longo da corrida por sobrevivência, mas o retorno a 1982 abre uma nova possibilidade: a de tentar alterar os acontecimentos e, quem sabe, impedir que algumas dessas perdas sejam definitivas.

                                        Crédito de Imagens: © 2026 Warner Bros. Ent. All Rights Reserved
A produção inicia sua janela de estreia nesta semana, com lançamentos previstos em diferentes mercados. A última estreia está programada para 29 de agosto, em Belarus.


Há uma escolha bastante interessante na construção dos “vilões” do filme. Para quem já está acostumado aos temidos dinossauros das obras de Steven Spielberg, a ameaça aqui ganha novos contornos: além do inevitável Tiranossauro Rex e de outras criaturas de grande porte, o público precisa lidar com cobras gigantescas, jacarés pré-históricos que ficam em pé e outros animais capazes de provocar bons sustos. Nem todas as criaturas, porém, estão interessadas em perseguir os protagonistas. Em meio ao suspense e a jornada para encontrar um lugar seguro, o filme entrega leveza com um pouco de humor. Acontece que dois enormes dinossauros herbívoros são vistos acasalando nas proximidades da casa onde Greg e Denise finalmente veem os filhos e a nova amiga, Jeannette. A situação quebra momentaneamente a tensão, provoca boas risadas entre eles e ainda rende a Greg uma lembrança fotográfica.

Não há muito o que reclamar dos efeitos visuais. O CGI entrega criaturas bastante convincentes, com um nível de detalhamento que contribui para tornar os dinossauros e demais animais pré-históricos ainda mais ameaçadores. Os cenários também desempenham um papel importante nessa construção, seja ao reproduzir as florestas pré-históricas, seja ao recriar com cuidado os diferentes elementos que ajudam a transportar o espectador para o início dos anos 80. A trilha sonora, composta por Michael Giacchino, se encaixa muito bem na narrativa e ganha força principalmente nos momentos de maior tensão, ajudando a ampliar a sensação de perigo e suspense. Além da trilha original, o filme aposta em uma seleção de canções que ajudam a ambientar a época, com faixas de artistas como Pat Benatar, The Vapors, The Secrets, The Cars e Jack Jones. Em determinado momento, “Valerie”, de Steve Winwood, ganha um destaque especial e se torna uma das escolhas musicais mais marcantes da produção. 

“O Fim da Rua” evidencia uma mensagem bastante humana: às vezes, a vida nos leva de volta ao passado para que possamos reavaliar o presente e repensar o futuro. Em meio a dinossauros, perigos e situações absurdas, a película encontra então tempo para falar sobre família, amizade, escolhas e a importância de valorizar quem está ao nosso lado. Ademais, talvez seja justamente o retorno ao passado que permita aos personagens perceberem que, quando existe amor, união e disposição para recomeçar, quase sempre é possível encontrar uma maneira de tornar as coisas melhores.

Avaliação: Três basiliscos pré históricos e oitenta bicicletas vermelhas! (3.80/5)

HOJE NOS CINEMAS

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

GWM apresenta turnê inédita da Orquestra Chinesa de Xangai no Brasil e reforça compromisso com o intercâmbio cultural entre os dois países

 
Iniciativa amplia a atuação da GWM na promoção de conexões entre Brasil e China por meio da cultura

Espetáculo integra a programação oficial do Ano Cultural Brasil–China 2026 e passa por mais duas capitais brasileiras

A GWM Brasil apresenta a primeira turnê da Orquestra Chinesa de Xangai no país, reforçando seu compromisso com o intercâmbio cultural e o fortalecimento das relações entre Brasil e China. Integrante da programação oficial do Ano Cultural Brasil–China 2026, o espetáculo “Cores da China” foi programado para ser apresentado em seis capitais brasileiras entre os dias 30 de julho e 11 de agosto.
A iniciativa reflete a estratégia da GWM de contribuir para o estreitamento dos laços entre os dois países não apenas por meio da inovação e da mobilidade sustentável, mas também do incentivo a projetos que valorizam a cultura, a diversidade e a troca de experiências. Em 2026, a empresa celebra três anos de operação no Brasil, consolidando sua presença com a produção nacional de veículos em Iracemápolis (SP) e a vice-liderança no mercado brasileiro de veículos eletrificados.
"A GWM tem orgulho de apoiar iniciativas que aproximam culturas e criam conexões significativas com a sociedade. Receber no Brasil a Orquestra Chinesa de Xangai, em um momento tão simbólico das relações entre os dois países, reforça nosso compromisso de contribuir para intercâmbios que inspirem, promovam diversidade e gerem impacto positivo por meio da cultura", afirma Thiago Sugahara, gerente de ESG e Relacionamento com Stakeholders da GWM Brasil.
Apresentada pela GWM, com patrocínio da SPIC Brasil, a turnê é realizada pela Interlúdio, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, com produção da Dellarte. As primeiras apresentações aconteceram no Rio de Janeiro (30 de julho), São Paulo (1º de agosto), Brasília (4 de agosto) e Belo Horizonte (6 de agosto) e as últimas duas chegam ainda a Curitiba (9 de agosto) e Porto Alegre (11 de agosto).
                                                                    Crédito de Imagens: Dellarte - Divulgação
      Com um estilo único, a Orquestra maravilhou o público brasiliense na última terça-feira (04/08)
A circulação internacional da Orquestra Chinesa de Xangai integra a iniciativa Image China, plataforma criada pelo China Arts and Entertainment Group para promover a música e as artes chinesas em importantes palcos das Américas, Europa e Oceania.
Um espetáculo que une tradição e contemporaneidade
Criado pela Orquestra Chinesa de Xangai em parceria com o Tencent Music Entertainment Group, o “Cores da China” oferece uma leitura contemporânea da tradição musical chinesa. O concerto reúne nove composições originais inspiradas nas cores da cultura do país e em poemas clássicos de diferentes dinastias, interpretadas por instrumentos tradicionais como erhu, pipa, sheng, suona, dizi, konghou e tambores chineses.
Com estreia em 2024 durante o 39º Festival Internacional de Música Primavera de Xangai, o espetáculo propõe uma experiência sensorial que conecta música, poesia e filosofia oriental, aproximando o público brasileiro da herança cultural chinesa por meio de uma linguagem artística contemporânea.
Referência mundial em música tradicional chinesa
Fundada em 1952, a Orquestra Chinesa de Xangai é uma das mais importantes instituições dedicadas à música tradicional chinesa. Reconhecida internacionalmente por sua excelência artística, já se apresentou em algumas das principais salas de concerto do mundo, como Philharmonie de Paris, Berliner Philharmonie, Elbphilharmonie, Barbican Centre e Kennedy Center.
Nos últimos anos, a orquestra consolidou sua proposta de desenvolver uma "música chinesa com temperamento contemporâneo e expressão internacional", promovendo a renovação da tradição musical do país e ampliando seu alcance junto a públicos de diferentes culturas.
Os ingressos para as apresentações em Curitiba e Porto Alegre estão disponíveis.
SERVIÇO
TURNÊ OFICIAL DA PROGRAMAÇÃO DO ANO CULTURAL BRASIL CHINA 2026
Apresenta: Ministério da Cultura e GWM
Patrocínio:  SPIC
Produção: Dellarte
Realização: Interlúdio, Ministério da Cultura - Governo do Brasil - Do lado do povo brasileiro
Programa: Cores da China
Duração: 70 minutos, sem intervalo
Classificação indicativa: 10 anos
Link de vendas: dellarte.com.br/
Rio de Janeiro
Local: Sala Cecília Meireles - Rua da Lapa, 47 – Lapa
Data: 30/07/2026 – 19h (quinta-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

São Paulo
Local: Teatro B32 - R. Lício Nogueira, 92 – Itaim Bibi
Data: 01/08/2026 – 20h (sábado)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Brasília
Local: Sala Martins Pena – Teatro Planalto: Via N2 Eixo Monumental – Setor Cultural Norte
Data: 04/08/2026 – 20h (terça-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Belo Horizonte
Local: Palácio das Artes - Av. Afonso Pena, 1537 – Centro
Data: 06/08/2026 – 20h (quinta-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Curitiba
Local: Capela Santa Maria Espaço Cultural - Rua Conselheiro Laurindo, 273 – Centro
Data: 09/08/2026 – 19h (domingo)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00

Porto Alegre
Local: Teatro Simões Lopes Neto - Rua Riachuelo, 1089 – Centro Histórico
Data: 11/08/2026 – horário a confirmar (terça-feira)
Preço único: R$ 150,00
Ingressos populares: R$ 50,00
 
Sobre a GWM
Maior empresa automotiva chinesa de capital 100% privado, a GWM é a terceira maior fabricante mundial de picapes médias, segmento que ela lidera na China há 28 anos, onde tem uma participação acima de 50%. A empresa tem uma atuação global que envolve mais de 150 países e regiões, 80 mil colaboradores e 13 centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) distribuídos em quatro países.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Xica da Silva, de Cacá Diegues (Restauração em 4K)

SESSÃO VITRINE PETROBRÁS

A estética carnavalizante, tropical e colorida do diretor Cacá Diegues consegue transformar uma narrativa cruel e violenta do Brasil escravagista em uma pujante peça do cinema nacional. Essa explosão de brasilidade é que faz do filme Xica da Silva, de 1976, um filme tão único. É um desbunde despudorado deste mundo de correntes e grilhões, que metamorfoseia uma escravizada em rainha e o colonizador em súdito. Na alegria e no sexo monta-se uma resistência ao poder e ao status quo, assim como o Carnaval. É a herança negra, da resistência do quilombo, quebrando a opressão branca por dentro, fazendo-a implodir em mil pedacinhos e obrigando-a a se render de joelhos e gemendo de prazer à sua disruptiva revolução.

Xica da Silva (Zezé Motta) é a escravizada linda e sensual do Sargento-mor (Rodolfo Arena). Para sobreviver a um cotidiano de xingamentos e assédios morais, sua arma é a sedução e o sexo. Até mesmo o filho do seu dono, José (Stepan Nercessian), é rendido aos seus encantos. Nesta vila Arraial do Tijuco, em Minas Gerais, onde os negros são acorrentados e vivem sob grilhões e torturas, a riqueza campeia graças aos diamantes, mas o que impera mesmo é a corrupção e a cobiça dos poderosos portugueses colonizadores, enganados às vezes por quilombolas contrabandistas, que mineram ilegalmente e vivem às margens da sociedade, liderados pelo bandoleiro Theodoro (Marcus Vinícius).

Nesse cenário inóspito do Brasil Colônia, chega ao Arraial, mandado pela Coroa Portuguesa para capitanear a região e aumentar os impostos da metrópole, o Comendador João Fernandes (Walmor Chagas). Cobiçoso ao extremos das riquezas desta Minas Gerais, o Comendador enquanto cai de amores por Xica, usa Theodoro como baliza para suas explorações diamantíferas. Onde Theodoro está com seu bando é porque tem diamantes; onde Xica se deita é porque há vida, amor e prazer. Pois onde tem sanha e violência, os explorados aprendem a sobreviver, e Xica e Theodoro, sob as asas do abutre Comendador, prosperam e vivem. Infelizmente, não se pode dizer isto dos escravizados, que sucumbem mineirando nos córregos repletos de diamantes.

                                           Crédito de Imagens: Vitrine Filmes, Divulgação
Inúmeras cenas foram rodadas na verdadeira mansão de Chica da Silva em Diamantina, Minas Gerais. No longa, a escolha de escrever Xica com "X' é puramente criativa.

Até que este paraíso artificial desmorona de vez quando chega a esse Brasil profundo o fiscal da Coroa Conde de Valadares (José Wilker). Theodoro é capturado e torturado. O Comendador, mesmo subornando o Conde com muitos presentes, é enviado de volta à Lisboa. E, à Xica, cabe o abandono, o escárnio público e a desonra de mulher abandonada, perseguida pelos poderosos da vila. O principal presente, porém, ela tinha: sua carta de alforria que o Comendador tinha lhe cedido por amor. Com a liberdade nas mãos, Xica ressurge ao amor, escondida que estava num dos Conventos que tinha construído com os dobrões de ouro do seu rico amante e protetor.

Nessa estória de liberdade e prazer, Xica é extremamente sexualizada. Isto, porém, é de propósito. Neste mundo de opressão, o prazer vence a dor, a alegria negra vence a violência branca. Xica é a rainha do Arraial, com muita dança, riso, sexo e furdunço. É o Carnaval, é o Brasil, até a derrocada, que é a quarta-feira de cinzas, onde os deuses da alegria descansam. A história real não foi assim, todavia. Xica, mesmo o Comendador sendo obrigado a voltar à Lisboa, devido ter enriquecido ilicitamente, não foi escorraçada pelo vilarejo. Por ter se tornado muito rica, dona de centenas de escravizados, continuou sendo prestigiada na sociedade. Sua renda eram as diárias dos seus irmãos negros, que ela botava para trabalhar sob aluguel. Sua penca de filhos com o Comendador tiveram acesso a melhor educação da época e fizeram carreira tanto no Brasil quanto em Portugal. O preconceito racial é amaciado quando o dinheiro existe.

Trailer

Ficha Técnica

Título Original e Ano: Xica da Silva, 1976. Restauração em 4K em 2026. Direção: Carlos Diegues. Roteiro: Carlos Diegues e Antonio Callado - Baseado no livro Memórias do Distrito de Diamantina a Comarca do Serro Frio, de João Felicio dos Santos. ElencoZezé Motta, Walmor Chagas, Altair Lima, Elke Maravilha, Stepan Nercessian, Rodolfo Arena, José Wilker, Marcus Vinícius, João Felício dos Santos, Dara Kocy, Adalberto Silva, Julio Mackenzie, Beto Leão, Luis Motta, Paulo Padilha, Baby Conceição, Iara Jati, Luis Felipe, Alberto Patu, Derly Barbosa, Paulão, Pompeo. Gênero: comédia Dramática, histórico. Nacionalidade: Brasil. Fotografia: José Medeiros. Montagem: Mair Tavares. Direção de Arte e Figurino: Luiz Carlos Ripper. Caracterização: Carlos Prieto. Música: Jorge Ben Jor e Roberto Menescal. Som: Vitor Raposeiro. Produção: Hélio Ferraz, José Oliosi, Airton Correa e Jarbas Barbosa. Distribuição: Vitrine Filmes. Duração: 117 min. 

O que Cacá Diegues quis narrar foi uma fábula. Nisso ele foi exitoso até demais. Xica da Silva foi um sucesso estrondoso de público, levando milhões ao cinema e alçando Zezé Motta ao estrelato, uma protagonista negra sendo reconhecida nas artes brasileiras, tão eivada de preconceito racial. Reconhecimento das plateias nada estranho à carreira deste grande diretor brasileiro, também responsável pelos filmes "Bye Bye Brasil" (1979), "Um Trem Para as Estrelas" (1987) e "Deus É Brasileiro" (2003), entre muitos outros. A iniciativa da Petrobrás, Vitrine, está relançando Xica da Silva, restaurado, nos cinemas de todo o país, a preços convidativos. Excelente chance de assistir um clássico do cinema nacional em tela grande e honrar o Cacá Diegues, a Zezé Motta e os excelentes atores e profissionais do cinema brasileiro! 

Nota: 8/10

ASSISTA NOS CINEMAS

A Divina Sarah Bernhardt, de Guillaume Nicloux


 “Para ser rico, tem-se que dar tudo de si!”

Ainda que “A Divina Sarah Bernhardt” (2024, de Guillaume Nicloux), cumpra aquilo que é prometido no título, em termos biográficos, é um filme recomendado principalmente para quem já conhece algo acerca desta famosa atriz e sobre o círculo de intelectuais e artistas que a cercavam, entre o final do século XIX e o primeiro quarto do século XX. O motivo: o roteiro de Nathalie Leuthreaul pode soar confuso, em seus vais e véns periódicos, além de exibir o cotidiano frenético da diva do teatro francês como se fosse uma das peças que ela interpreta… 

Magistralmente vivificada por Sandrine Kiberlain, Sarah Bernhardt [1844-1923] é retratada na fase derradeira de sua vida e carreira, quando precisa amputar uma de suas pernas, em 1915. No início do longa-metragem, Sarah está no palco, morrendo em mais uma de suas potentes encenações, conforme elogia o escritor Oscar Wilde [1864-1900], num telegrama enviado para ela, numa homenagem. Ocorre que, no dia a dia, a atriz demonstrava um comportamento imperioso e até inconveniente, por ser acostumada aos caprichos da fama. 

Compulsivamente apaixonada pelo ator e dramaturgo Lucien Guitry, papel de Laurent Lafitte, Sarah tem uma crise exagerada de ciúmes, quando ele demonstra o interesse de casar-se com a jovem atriz Charlotte Lysès, interpretada por Mathilde Ollivier, que, mais à frente, envolver-se-á com o filho de Lucien, o cineasta Sacha Guiltry, personagem vivido por Arthur Mazet, afilhado de Sarah. E ela, ao mesmo tempo em que se esforça para recuperar o carinho do homem que ama, tenta fazer com que ele se reconcilie com o seu filho. 

Crédito de Imagens:
A película recebeu indicações técnica no César Awards de 2025 - "Melhor Figurino e Melhor Design de Produção"


Parte considerável dos noventa e oito minutos de duração desta película é dedicada ao relacionamento turbulento entre Sarah e Lucien, não obstante também acompanharmos as suas interações com personalidades como Sigmund Freud, aqui interpretado por Nico Rogner, e Émile Zola, vivido por Arthur Igual, visto que a atriz possuía ascendência judaica e demonstrou-se favorável à defesa do militar que desencadeou o polêmico julgamento conhecido como Caso Dreyfus, que causou bastante rebuliço na França entre 1894 e 1906… 

Em razão de a atriz estar comumente embriagada ou até mesmo drogada – por causa das dores atrozes que sentia desde que sofreu o acidente de palco que ocasionou a gangrena de sua perna –, o filme possui um ritmo ébrio, em que as passagens de tempo e as situações acompanham o estado de espírito da protagonista, cujos diálogos misturam passagens teatrais com uma maneira evasiva de lidar com os problemas, como o fato de o filho de Sarah, Maurice Bernhardt, encarnado por Grégoire Leprince-Ringuet, ser um apostador contumaz. Dilapidando a fortuna de sua mãe, Maurice apóia que ela escreva um livro de memórias, já que ela costuma alegar que diz, em entrevistas, o contrário do que pensa. É quando surge uma frase magistral, atribuída à atriz: “quando não se pode falar a verdade, deve-se mentir com sinceridade”! 

Trailer

Ficha Técnica

Título Original e Ano: Sarah Bernhardt, La Divine, 2024. Direção: Guillaume Nicloux. Roteiro: Nathalie Leuthreau. Elenco: Sandrine Kiberlain, Laurent Lafitte, Amira Casar, Pauline Etienne, Mathilde Ollivier, Laurent Stocker, Grégoire Leprince-Ringuet, Clément Hervieu-Léger, Sébastien Pouderoux, Sylvain Creuzevault, Arthur Mazet, Arthur Igual. Gênero: Drama Biográfico. Nacionalidade: França. Direção de fotografia: Yves Cape AFC. Som: Olivier Dô Huu, Thomas Desjonquères, Olivier Walczak. Direção de Arte: Olivier Radot. Edição: Guy Lecorne Lma, Karine Prido. Figurino: Anaïs Romand. Produção: François Kraus, Denis Pineau-Valencienne. Distribuidora: Imovision. Duração: 98 min. Classificação: 16 anos

O ótimo entrosamento de um elenco homogêneo – com vários integrantes da Comédie Française – valida o aspecto refinado da produção, que, obviamente, serve-se de uma opulenta reconstituição histórica, com caprichada direção de arte, assinada por Olivier Radot, e deslumbrante fotografia de Yves Cape AFC – mais uma vez, fazendo com que os ambientes percorridos por Sarah Bernhardt e seus amigos pareçam uma extensão dos cenários teatrais. O desfecho do filme, em que Sacha narra o que acontece com a madrinha e com seu pai, nos finais de suas respectivas vidas, é bastante emocionante. Mais ainda, quando um excerto do clássico documentário “Ceux de Chez Nous” (finalizado em 1952, pelo próprio Sacha Guitry, a partir de filmagens iniciadas em 1915) é mostrado durante os créditos de encerramento… 

O tom monocórdico da narrativa, eventualmente atravessado pela histeria de sua protagonista e permeado por trecho de diversas composições clássicas, pode causar estranhamento para quem espera uma perspectiva biográfica tradicional ou explicativa: ao diretor, interessa muito mais uma imersão actancial, deveras similar ao tipo de treinamento profissional que Sarah Bernhardt impunha às suas companheiras de cena, que eram repreendidas por chorarem ao serem maltratadas. “Em vez de chorar, tu deves me fazer chorar”, dizia a atriz, que afirmava que os intérpretes teatrais deviam “fazer o coração sangrar, a fim de comoverem a platéia”. O filme demonstra que a protagonista real não era muito simpática fora dos palcos, ainda que seu carisma fosse arrebatador e seu talento inquestionável. Para quem já conhece algo sobre a atriz, este exercício cinematográfico de cariz dramatúrgico aumenta o fascínio que ela exerce ainda hoje, mais de cem anos após a sua morte. Fez jus ao epíteto: tornou-se imortal!

EM EXIBIÇÃO NOS CINEMAS

segunda-feira, 27 de julho de 2026

Ronnie Wood traz turnê Fearless a São Paulo

 
Realizado pela 30e e com apresentação do Itaú Live, o espetáculo será dia 1º de novembro, no Espaço Unimed; a pré-venda exclusiva para clientes do banco começa dia 28 de julho, às 12h, e a venda geral inicia dia 30 de julho, às 13h no site da Eventim
Ronnie Wood, um dos guitarristas mais queridos e um dos cantores e compositores mais bem-sucedidos do mundo, está comemorando os seus 60 anos (e contando) de carreira musical e 50 anos como um Rolling Stone. 
turnê Fearless desembarca em São Paulo, no dia 1º de novembro, no Espaço Unimed. O espetáculo é uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e é apresentado por Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco. A pré-venda exclusiva para clientes Itaú Private e Itaú Personnalité começa a partir das 12h do dia 28 de julho, com 15% de desconto na compra de ingressos com cartões de crédito Itaú. Já a pré-venda para os demais clientes Itaú inicia a partir das 12h do dia 29 de julho. Para o público em geral, as vendas começam às 13h do dia 30 de julho. Os ingressos podem ser comprados no site da Eventim (acesse aqui). 
A tour acompanha o lançamento do álbum Fearless: Anthology 1965–2025, que percorre diferentes fases de Ronnie Wood como guitarrista, compositor, performer e colaborador. A coletânea reúne faixas dos sete álbuns solo de estúdio do artista, além de coautorias e registros ligados a momentos importantes de sua trajetória com Rolling Stones, Faces, Rod Stewart, Ronnie Lane e Jeff Beck Group.
Este show intimista é uma oportunidade de ver um dos guitarristas mais emblemáticos do mundo fora de suas apresentações em estádio com os Rolling Stones. Serão os primeiros sets solo ao vivo completos que Ronnie Wood tocará em mais de 16 anos. Juntando-se à banda em ambas as apresentações estará sua amiga íntima Imelda May. A dupla colaborou várias vezes em discos e ao vivo, principalmente no Concerto Tributo a Jeff Beck de 2023, no Royal Albert Hall, em Londres.
“Ronnie Wood é um desses artistas cuja trajetória ajuda a contar a própria história do rock. O mais interessante desse show é poder vê-lo em uma apresentação solo, em um formato mais próximo, revisitando diferentes fases de uma carreira construída entre bandas, parcerias e projetos autorais. É uma oportunidade rara, e ficamos muito felizes que a 30e possa proporcionar esse encontro para o público brasileiro”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.
Ronnie foi incluído duas vezes no Rock and Roll Hall of Fame (com os Rolling Stones e os Faces). Ele tocou em alguns dos grupos de rock mais influentes de todos os tempos e fez participações especiais com importantes nomes da música. Paralelamente, construiu uma carreira notável como artista respeitado e, graças ao seu talento natural como contador de histórias, conquistou um recorde de três prestigiosos prêmios Sony de Personalidade de Rádio.
Ronnie Wood é um artista que ajudou a construir a história do rock e segue mobilizando fãs de diferentes gerações ao redor do mundo. No Itaú Live, nosso objetivo é colocar esses fãs no centro da experiência, oferecendo benefícios que facilitem o acesso ao show, como pré-venda exclusiva e condições especiais de pagamento. Queremos estar presentes em toda essa jornada, tornando esse encontro com a música mais simples, conveniente e memorável”, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú Unibanco.
Com uma carreira marcada por encontros, reinvenções e diferentes capítulos, Ronnie Wood chega ao Brasil para celebrar 60 anos de música em uma apresentação que reúne memória, repertório e a presença de um artista que ajudou a moldar a história do rock.
                                                              Crédito de Imagens: Divulgação
                         
SERVIÇO
Ronnie Wood
Realização: 30e
Apresentação: Itaú Live
SÃO PAULO
Data: 1º de novembro de 2026 (sábado)
Local: Espaço Unimed - Rua Tagipuru, 795 - Barra Funda - São Paulo/SP
Horário de abertura da casa: 18h
Classificação etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal
Setores e preços:
Pista - R$ 262,50  (meia-entrada) | R$ 525,00  (inteira)
Pista Premium Itaú Personnalité - R$ 397,50  (meia-entrada) | R$ 795,00  (inteira)
Mezanino - R$ 437,50  (meia-entrada) | R$ 875,00  (inteira)
Camarote A e B - R$ 497,50  (meia-entrada) | R$ 995,00  (inteira)
Pacote VIP Super Fã Itaú - R$ 1.396,50  (meia-entrada) | R$ 1.794,00  (inteira)

Pacote VIP Super Fã Itaú*
Incluso
- 1 (um) ingresso de Pista Premium Itaú Personnalité
- Acesso antecipado à venue (Early Entry) com fila exclusiva
- Acesso antecipado à loja de merchandise
- Credencial VIP comemorativa + cordão
- Kit com itens exclusivos do show
- 1 (um) copo exclusivo
- 1 (um) voucher para welcome drink : Com álcool: Aperol Spritz, Moscow Mule e Gin Tônica / Sem álcool: Pink Lemonade, Mojito Sem Álcool e Maracujá Fresh.

Pré-venda clientes Itaú Unibanco:
Clientes Itaú Private Bank e Itaú Personnalité: 28 de julho, às 12h, até 29 de julho, às 12h
Demais clientes Itaú Unibanco: 29 de julho, às 12h, até 30 de julho, às 12h
Venda geral: 30 de julho, às 13h
Vendas online em: eventim.com.br/ronnie-wood-2026
Bilheteria oficial: Nubank Parque - Rua Palestra Itália, 200  – Portão A – Água Branca, São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Benefício para clientes Itaú Unibanco
Pré-venda exclusiva com 15% de desconto no valor dos ingressos para compras com cartões de crédito
*Compra de 4 ingressos por CPF -  sendo aplicável somente a ingressos inteira, de qualquer setor, sujeito a disponibilidade
Parcelamento em até 3x sem juros 
O parcelamento em até 3x sem juros é válido para qualquer compra com cartão Itaú, na pré-venda ou não, tenha desconto, ou não no ingresso.

SOBRE A 30e
A 30e é a maior e a mais relevante companhia brasileira de entretenimento ao vivo. Com a missão de entregar felicidade e criar memórias inesquecíveis, a empresa tem a inovação, a excelência e as pessoas no centro de tudo o que faz. E, desta forma, a 30e ganhou reconhecimento global como a nova geração do setor. A companhia construiu credibilidade junto ao mercado e ganhou a confiança dos artistas internacionais e nacionais, além dos fãs de música. Já realizou shows de Paul McCartney, System of a Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon no país. Como uma empresa 100% brasileira, a 30e tem as credenciais necessárias para dimensionar os artistas nacionais e idealizou tours que transformaram a perspectiva do showbiz no Brasil. A turnê Titãs Encontro, a SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts dos palcos e, agora, a última turnê de Gilberto Gil, TEMPO REI, são exemplos disso. A companhia realiza mais de 200 eventos por ano e tem a projeção de impactar 4 milhões de pessoas em 2025 — sempre desenvolvendo o seu posicionamento de “Delivering Happiness”.

Sobre o Itaú Live
Itaú Live é a plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, criada para conectar fãs, artistas e experiências ao vivo em uma estratégia de relacionamento de longo prazo. A iniciativa potencializa toda a atuação do banco nesse território, reunindo shows, festivais e conteúdo. Entre os pilares da plataforma está a parceria estratégica de cinco anos com a 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, que garante escala e recorrência de shows e turnês em todo o país. Ao colocar o fã no centro da jornada, o Itaú Live transforma a música em um ecossistema de conexão, oferecendo condições especiais de compra, descontos, parcelamento sem juros e experiências exclusivas que ampliam o acesso e qualificam a vivência nos eventos. Site: https://www.itau.com.br/itau-live 

Ronnie Wood:
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